Vem aí baterias de smartphones que se autocarregam

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Gente, para tudo! Olha só essa notícia que eu acabei de ler no site do MIT: a startup americana NikolaLabs está trabalhando em uma tecnologia que permite o autocarregamento de celulares. Isso mesmo que você leu!

Cá entre nós. todo mundo sabe da dificuldade que é chegar ao final do dia com bateria no celular. Isso, quando ela não acaba bem antes e você tem que colocar pra carregar, não é mesmo? E talvez esteja aí uma forma da indústria de smartphones corrigir esse inconveniente por meio do autocarregamento, concorda?

Mas como funciona?

Na prática, me parece que a técnica consiste em capturar ondas de rádio que os celulares transmitem, quando se conectam com torres e roteadores Wi-Fi e, assim, converter essas ondas em eletricidade capaz de carregar a bateria. Legal, hein?

Só pra exemplificar, a tecnologia da NikolaLabs funciona com ondas de rádio que não são utilizadas na comunicação, logo, não altera a qualidade da ligação ou outros serviços. Por exemplo, uma caixa acoplada ao telefone conseguiria captar essas ondas e transformá-las em eletricidade, sendo capaz de carregar cerca de 25% a 30% da bateria, o que já ajudaria muito, não é verdade?

Outras empresas como a francesa Sunpartner Technologies, que é especializada em tecnologia solar, também estão trabalhando em algo parecido. No caso dela, a técnica consiste na aplicação de finas camadas que são chamadas de WYSIPS Crystal, entre a tela touch-screen do smartphone. Essas camadas, por sua vez, possuem pequenas células solares, que podem captar luz e convertê-la em corrente elétrica para a bateria quando o telefone é exposto à luz solar ou artificial.

E olha que curioso, a startup Ampy criou um método de autocarregamento que contém imãs indutores e que se deslocam para gerar e armazenar eletricidade enquanto a pessoa faz atividade física. Já imaginou? Então, essa bateria da Ampy que se parece com um baralho de cartas seria capaz de carregar completamente um smartphone, apesar de demandar de certo esforço por parte do usuário. Segundo o site da marca, uma hora de atividade física renderia uma hora de uso do celular. Pensando bem, acho que vale o esforço, vai? rs…

O pessoal da empresa NikolasLabs comentou que as fabricantes de celulares precisam pensar melhor sobre a bateria na produção de seus aparelhos. Agora, só nos resta esperar e ver qual será o método que conseguirá acabar com os problemas de falta de bateria ao longo do dia da maneira mais eficiente possível.

E aí me conta, o que você acha dessa possibilidade?